03/06/2010 15h31
O mundo precisa de mais gênios humildes! Hoje em dia somos poucos...A cerveja e a cachaça são os piores inimigos do homem. Mas o homem que foge dos seus inimigos é um covarde.
A grande tristeza de um jardineiro é ter um filho florzinha e uma filha trepadeira.
Hoje, alguém me pediu fósforo para acender um cigarro. Deixei de fumar faz seis anos. Disse-me que isso era bom, mas ele queria parar de fumar. Saiu à cata de um palito de fósforo.
Aí me toquei, que depois de deixar de fumar forçado por uma doença de pulmão, minha vida melhorou em vários sentidos: não tenho mais os dedos amarelados pela nicotina, posso ir a qualquer lugar sem ser reprimido; quando viajo não fico mais angustiado por falta de cigarro. Não preciso procurar por lugares para poder fumar.
Naturalmente que pago um preço talvez caro, pois engordei demais e está difícil, emagrecer alguns quilos.
Fumava cerca de três maços de cigarros por dia. Além da despesa, hoje não preciso procurar por cinzeiros, isqueiros ou fósforos. Também não tenho mais aquela tradicional tosse, nem os pigarros constantes. Na contagem geral acho que estou no lucro.
Vejo muitas pessoas sem saber o que fazer com a vontade de fumar, mas por estar em local fechado não podem fazê-lo. Ficam agoniadas como também ficava. Sentia o tal "prazer" de fumar, os efeitos daninhos que ocorreram e que, finalmente se encerraram.
Na contabilidade da vida acredito que sai ganhando, apesar do sofrimento que tive de passar.
Pois é, deixei de comentar semana passada, mas a Praça Osvaldo de Oliveira sofreu um tratamento todo especial antes do evento da Ação Global.
Basta eles verem que gente de fora estará presente, que dão um jeitinho. Do contrário ficaria tudo no mesmo.
Plantaram flores, arrumaram os jardins, mas esqueceram de trocar a água mijada.
Mas os banheiros, dias desses vi, estão limpos.
Capricharam mesmo! Mas, deveriam fazer isso sempre e não apenas em ocasiões especiais.
A contaminação de agricultores e da população em geral em função do uso indiscriminado de agrotóxicos foi motivo de pronunciamento do deputado Antônio Aguiar (PMDB), durante sessão da Assembleia. O parlamentar é médico e apresentou ano passado projeto de lei que previa a adoção de conteúdo e atividades voltadas à orientação relativa ao manuseio de agrotóxicos e similares no currículo do ensino fundamental de escolas de áreas rurais.
Agora, o líder da bancada do PMDB repercute denúncias da mídia, que apontam ser o Brasil o principal destino de agrotóxicos banidos no exterior. "O país já é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, e tornou-se o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados ao menos dez produtos proscritos na União Europeia, nos Estados Unidos, na China, Índia e até no Paraguai", alerta Aguiar.
O asfalto da rua que dá no futuro Posto de Atendimento de Saúde, no Santo Antonio, distrito de São Cristóvão, que deve ter cerca de dois anos e não sofre trânsito pesado, é quase que absoluto de pedestres e ta virando uma buraqueira.
É o tipo da obra que população nenhuma merece. Criadouro de buracos.
Sem contar que na Av. Abrahão Mussi, nas laterais está se fragmentando, numa mostra da fragilidade desta parte asfáltica.
Três Barras no geral é um município pequeno, mas rico. Tem indústrias instaladas que lhe rendem um bom retorno. Bem distribuídas às arrecadações, não precisava estar nesta situação.
Vale lembrar que boa parte das estradas do interior são conservadas por empresa papeleira há muitos anos.
O anfiteatro, que acabou por levar o nome de uma ótima pessoa, em vivo, Milton Miguel, não cumpre em quase nada suas funções. Está se transformando em um elefantinho branco.
Até hoje, pelo que se sabe nenhuma apresentação teatral ali foi apresentada, pois de 200 assentos, apenas 100 foram instalados. Obra inacabada.
Sabidamente teatro nunca foi o nosso forte, tanto aqui como lá, bastando lembrar que peça teatral recentemente apresentada "O analista de Bagé", de Luiz Fernando Veríssimo, levou apenas 17 pagantes e mais alguns premiados na apresentação, na S.B.O.
Não adianta alguns pseudo-intelectuais clamarem por teatros, por cultura, se o povo não foi educado para isso, e não ta nem aí.
Não explicou direito, danou-se
Havia um rapaz tomando sol pelado numa praia deserta. Ele viu uma menininha vindo em sua direção, então ele cobriu suas partes íntimas com o jornal que estava lendo. A menininha chegou ate ele e perguntou:
- O que é que você tem aí debaixo do jornal?
- Um passarinho - o rapaz respondeu.
A garotinha foi embora e o rapaz adormeceu. Quando ele acordou, estava num hospital com dor tremenda. Quando a polícia perguntou o que havia acontecido, o cara respondeu:
- Eu não sei. Eu estava deitado na praia, uma menininha perguntou sobre minhas partes privadas e a próxima coisa de que sei e que estou aqui.
A polícia voltou para a praia, encontrou a menininha e perguntou a ela:
- O que você fez com o rapaz que estava pelado? - Depois de uma pausa, a menininha respondeu:
- Com o moço? Nada. Eu estava brincando com o passarinho, mas ele cuspiu em mim. Daí eu torci o pescoço dele, quebrei seus ovos e toquei fogo no ninho dele!
Insiste-se na busca de culpados, que são denominados como fantasmas em Três Barras. Entendo que, erroneamente, pois estão muito bem vivos e convivem com todos na melhor harmonia. Como toda vila que não consegue chegar ao nível de cidade pela sua história, em muitos aspectos ocasionada por guerra e ganância eterna, multiplicam-se, porém como seres vivos.
Na realidade, os inimigos de hoje serão os amigos de amanhã. Isso vem de longa data e todos aprenderam a conviver visando seus interesses. Não dá hoje, pode dar amanhã.
Mas, o mais impressionante é que existem fantasmas dos dois sexos. Sempre imaginei que fantasma fosse masculino.
O ex-prefeito Luiz D. Shimoguiri, animado por pesquisa favorável à Ângela Amin, divulgadas pela RIC-Record, parece que vai encarar uma candidatura a deputado Estadual, pelo PP. Deve apoiar o atual deputado federal Odacir Zonta.
Por outro lado, o prefeito Elói Quege deve ir em direção do deputado estadual Silvio Dreveck e do federal João Pizolatti.
As indicações são para este lado, embora até o momento todos estejam na condição de pré-candidatos.
Em Canoinhas, meados de dezembro do ano passado, o secretário Regional de Canoinhas, Edmilson Verka e o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Onofre Santo Agostini, assinaram contratos e termos de cooperação para execução dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) com 24 prefeituras catarinenses pertencentes a oito Secretarias de Desenvolvimento regional do Planalto Norte, Norte, Vale do Itajaí, Meio Oeste e Serra catarinense. "Menos de 5% dos municípios de Santa Catarina possuem os planos, que são uma necessidade obrigatória para buscar recursos junto ao governo Federal e para definir metas, estratégias e instrumentos de planejamento de gestão que melhorem a qualidade de vida da população e as condições ambientais no Estado", explicou o secretário, Onofre Agostini. Ao todo os atos de assinatura contemplarão 179 municípios catarinenses.
Ô Onofre, ô Verka, vocês esqueceram de dizer março de qual ano. Já estamos em junho.
A moça, de família, patricinha, se preparou toda para ir ao ensaio de uma escola de samba.
Chegando lá, um negão suarento e banguela pede pra dançar com ela e, para não arrumar confusão, ela aceita.
Mas o negão suava tanto que ela já não estava suportando mais!
A moça foi se afastando, e disse:
- Você sua, hein!
Ele a puxou, lascou um beijo e respondeu:
- Tamém vô sê seu, princesa! É nóis!
De tanto que foi discutida, a denominação mais comum é Ponte de Marcílio Dias.
Entendendo que a construção deva ocorrer logo, os vereadores de Canoinhas, resolveram denominá-la Ponte Willy Radke.
A homenagem é justa, mas esqueceram de perguntar a opinião do município de lá. E por falar em ponte, quando terá início?
A intenção não é polemizar, mas mostrar um aspecto ou até vários, que remonta o tempo em que os universitários não aceitavam a música sertaneja, caipira, gauchesca em suas preferências musicais. E não faz muito tempo. Ate o pagode teve vida curta, embora pelo batuque seja aceito em muitas regiões do país.
Aquele que dissesse gostar de música sertaneja, no mínimo seria considerado um capiau do mato. Verdade. Pra não dizer coisa pior.
Hoje virou modismo ou moda, ainda não está clara a definição, mas para quem ainda cultua por força de cultura mesmo, não pode aceitar o tal "sertanejo universitário".
Também sempre se disse que "gosto não se discute", afirmação para evitar dizer claramente que culturalmente estamos regredindo.
Sobre a música caipira muito em voga na época de Tonico & Tinoco, Pena Branca & Xavantino e outros, muitas pérolas do cancioneiro popular são ouvidas e cantadas até hoje. Mas, do tal sertanejo universitário vai até onde?
A música sertaneja acabou vindo com o Chitãozinho & Xororó, depois que foram contratados pela TV em face do seu enorme sucesso, para um programa na emissora, depois substituídos por Zezé di Camargo & Luciano & Amigos. Leonardo e Daniel permanecem na mídia em função da morte de seus companheiros. Mais por isso.
Já o vanerão, a música gaucha, veio em função deles fugirem em massa de sua terra, que em boa parte está ficando estéril e em outros locais está desertificando.
Mas, alguns chamam tudo isso de nossa música, quando na verdade não é. É deles, apenas aceita por muitos em virtude de ser dançável.