09/09/2010 12h15

Rodolfo chega na senzala com o Barão. Ele se aproxima de Rafael, preso no tronco, e conversa baixinho com ele: "O Barão quer que você desminta que é filho dele". O advogado pede perdão por seu ato e começa a surrá-lo. Rodolfo é chamado de traidor pelos escravos.
Rodolfo diz a Bastião que ele foi mexer onde não devia e que agora será preciso matá-lo. Sinhá Moça pergunta ao escravo quem ensinou a ele o caminho do local onde o Barão guarda o ouro.
Revoltado com a atitude do Barão de Araruna - ele colocou o próprio filho, Rafael, no tronco -, Augusto enfrenta o fazendeiro no bar. Ele aproveita e chama todos que estão sentados na mesa de traidores. O jornalista se diz decepcionado com Rodolfo: 'Em algum momento eu cheguei a acreditar que você fosse um verdadeiro Fontes'.
Depois de roubarem parte da fortuna do Barão de Araruna que estava escondida, Balbina e Justo enterram o ouro em uma cova do cemitério.
Juliana visita Rafael e tenta fazer com que seu amado negue ser filho do Barão de Araruna. Mas, mesmo preso ao tronco, ele se mostra irredutível: "Eu não quero nada dele, Juliana. Nada. Eu só não vou desmentir essa história porque eu quero que ele saiba que está matando o próprio filho. O filho varão que ele sempre pediu a Deus".
O Barão de Araruna recebe Frei José e o delegado. O frei quer convencê-lo de que Rafael é mesmo seu filho. Irritado, o fazendeiro não poupa críticas aos dois e os expulsa. Pouco depois, o barão ordena que Rodolfo dê mais 50 chibatadas em Rafael.
O barão de Araruna descobre que sua fortuna sumiu. Desconfiado, ele prende Cândida, Sinhá Moça e Rodolfo na senzala.
Presa na senzala junto com a mãe e o marido, Sinhá Moça entra em trabalho de parto.
Cândida e Bá ajudam no parto de Sinhá Moça. Mas a filha do barão não queria que seu filho nascesse na senzala. Rodolfo se emociona.
O barão de Araruna ouve um choro de criança e entra na senzala. Lá, ele descobre que Sinhá Moça deu à luz. Ele pergunta para Cândida qual é o sexo do bebê. A baronesa desconversa, mas Sinhá responde que é uma menina. O fazendeiro tem um ataque de fúria e diz que sua filha é uma imprestável. Irritado, Rodolfo parte para cima do sogro. Sinhá Moça avisa ao pai que o testou: ela deu à luz um menino. Sinhá Moça prende o pai na senzala e ordena que ele alforrie os escravos.
Pressionado pelos escravos e por sua família, o barão de Araruna assina - contra a sua vontade - as cartas de alforria dos escravos. "Não tenho outra alternativa diante dessas armas", ele esbraveja. No entanto, o fazendeiro se recusa a assinar a última: a de Rafael. "Se você é meu filho de verdade, não vai precisar de nenhuma carta de alforria", ele diz. Rafael fala para o barão que ele voltará para senzala e participará da festa dos escravos.
Ricardo vai à casa de Ana do Véu. Ela faz várias perguntas para o seu pretendente. Depois, sozinhos na sala, os dois se beijam. Ele pergunta se o beijo dele foi melhor do que o de Ricardo. Eduardo então toma coragem e pede a mão dela em casamento para Manoel e Nina.
Sinhá Moça entrega a carta de alforria dos escravos. "Vocês podem ir embora da fazenda. Ninguém precisa se pagar, vocês já pagaram tudo - e há muito tempo", ela diz. Os escravos comemoram. Os coronéis soltam o barão, que estava preso na senzala. Depois de solto, o fazendeiro chama Frei José de traidor e pede para o colocarem no tronco.
Balbina e Justo dizem para o barão que o ouro dele está enterrado na senzala. Com uma pá, ele começa a buscar a sua fortuna. Bastião, Fulgêncio e Justo aproveitam o momento para colocar fogo na senzala. "Hoje é a nossa noite de liberdade", festeja Justo.
Rafael salva o barão do incêndio na senzala
Decidido a encontrar sua fortuna - que supostamente estaria escondida na senzala -, o barão de Araruna não percebe que o local está pegando fogo. Mas Rafael, junto com Ricardo, Bastião, Fulgêncio e Justo, retira o fazendeiro do local.
Barão de Araruna reconhece Rafael como seu filho e os dois se reconciliam
Em sua cama, o barão de Araruna pede para Rafael chegar mais perto: "Eu tinha um filho varão e não sabia". O fazendeiro sabe que foi o rapaz e os ex-escravos que o retiraram da senzala em chamas: "Logo os que mais me odiaram". Ele pergunta a Frei José se pode se arrepender de seus pecados e pede para o Dr. Fontes ajudar no processo do reconhecimento da paternidade de Rafael. No entanto, o rapaz só será reconhecido se o chamar de pai. O barão pede então um abraço ao filho. Rafael reluta, mas Sinhá Moça implora ao irmão uma segunda chance ao pai. Emocionado, Rafael abraça o fazendeiro e o chama de pai. O barão de Araruna diz que ele é seu filho e morre em seus braços.
Ricardo se declara para Cândida
Ricardo vai até à fazenda e encontra Cândida saindo. Ele se declara para a viúva do barão de Araruna: "Você tem os olhos mais lindos do mundo. Vou morrer sonhando com a senhora", ele confessa. Os dois quase se beijam, quando Cândida percebe a chegada dos imigrantes italianos. No entanto, ela volta para falar com Ricardo e pede um tempo ao rapaz: "Preciso me acostumar com a idéia."
Sinhá Moça recebe os imigrantes italianos
Depois da morte de seu pai, Sinhá Moça é quem começou a cuidar dos negócios da fazenda, enquanto seu marido, Rodolfo, segue a carreira política na capital da província. Ao lado de Cândida e Bá, Sinhá Moça recebe os imigrantes italianos que a partir de agora trabalharão na fazenda. Livres, depois da promulgação da Lei Áurea, os escravos vão embora do local.