05/03/2010 11h38
Macho que é macho não come mel, chupa a abelha.
O cachorro abana o rabo porque o rabo, enquanto segmento discriminado do corpo da sociedade, ainda não conquistou o direito de abanar o cachorro.
Inferno esta cheio de homens de boa vontade e o cemitério cheio de
outros que pensavam que o mundo não seguiria sem eles.
A inauguração da Unidade Prisional Avançada (UPA) de Canoinhas, com 72 novas vagas no sistema prisional, foi motivo para pronunciamento do deputado Antônio Aguiar (PMDB), durante a sessão na Assembléia Legislativa. O líder do PMDB aproveitou para fazer uma abordagem sobre investimentos feitos pelo Estado desde a primeira administração do governador Luiz Henrique. A Upa de Canoinhas custou R$ 1,7 milhão e cria 72 vagas, dando fim às constantes transferências de presos daquela comarca para Mafra, em deslocamentos de mais de 160 quilômetros.
Vereador Paulo Glinski (DEM) deu a entender que será candidato a prefeito nas próximas eleições.
Falou durante uma das intervenções em sessão da Câmara de Vereadores.
Há quem diga que o terreno destinado à Aurora, terá outro destino: a Máster, de Papanduva. Isso deve ocorrer em breve.
Deram-me algumas dicas a respeito, mas prefiro esperar para ver a verdade de tudo. Entretanto, que tem certa lógica, isso tem.
O presidente da Câmara de Vereadores de Canoinhas, Wilson Pereira (PMDB), já comunicou ao secretário Mauro Mariani (Infra-estrutura), que está à disposição do partido para uma candidatura à Assembléia. O gesto ocorreu depois do rompimento de Mariani com o deputado estadual Antônio Aguiar.
Luis Henrique é o maior estrategista político, maior que Jorge K. Bornhausen.
Esta é uma afirmação de quem conviveu politicamente com ele. Já surgem manifestações de que o desmanche da tríplice aliança teve o seu dedo, em função do rolo em que está envolvido o vice Leonel Pavan.
LHS quer sair limpo para poder manter tranqüila sua candidatura ao senado.
Deixa o racha ocorrer, deixa o PMDB seguir para a prévia, mas fica tranqüilo.
O Brasil é o único país do mundo em que governantes, filósofos, sociólogos, especialistas, criminalistas e juristas responsabilizam a própria sociedade pelos crimes que bandidos cometem contra a própria sociedade.
Todas as semanas, em caráter excepcional, críticas construtivas e crônicas destrutivas do mundo moderno na visão deste colunista, antiquado, mas verdadeiro.
Palavras simples como representatividade, bairrismo, tapa-buracos, estão se tornando vedetes entre alguns menos esclarecidos.
Há quem afirme ser isso roubo de idéias...Pois é! Ninguém cria mesmo.
Salvo uma leva de amigos que tenho no jornalismo local, que personalizam suas matérias e colunas, ainda existem aqueles que copiam nossas idéias. Embora sejam palavras comuns, mas por nós comumente utilizadas. Poderiam nos dar uma folga.
A Igreja Católica é poderosa em vários países. A riqueza em terras, ouro nos templos e casas paroquiais é imensa. Uma história de mais de dois mil anos que se mantém hoje apesar da diminuição da fé do povo, ou seja, “esclarecimento”, e da transferência de fiéis para outras religiões. Semanas atrás, relataram-me que a principal razão para que padres sejam proibidos de casar e ter filhos é que a Igreja Católica não quer dividir seu patrimônio.
Em outras palavras, a Igreja teria que dividir todas as suas terras e seu ouro para os herdeiros dos seus “funcionários”. Imagine a seguinte situação: o padre casa com uma mulher, constitui família e tem dois filhos. Se o padre morre, deixa mulher e dois filhos para serem assistidos pela Igreja. O prejuízo seria grande: um funcionário deixou três bocas para alimentar.
E o pior: a sede da igreja local seria dividida entre os três… Apesar de hipotética, a situação poderia ocorrer se o casamento dos padres fosse permitido… Nada mais inteligente do que proibir. Quem descumpre a ordem, é expulso. A prática resultou, ao longo dos séculos, em relacionamentos sigilosos entre os religiosos e pessoas da comunidade. Muitos vieram à tona. Agora tudo se torna lógico para mim. E para você?
Foi uma tremenda afronta e falta de respeito, o que fizeram com a tal passeata em Três Barras. Sorte deles que tem um prefeito cordato que permitiu a “invasão” dos manifestantes ao seu gabinete, onde puderam reivindicar o inreivindicável.
Funcionários? Que funcionários? Da Fundação? Do Hospital? De onde?
O hospital é mantido por uma Fundação, e como tal, a ela deviam ter se dirigido fazendo suas reivindicações, seus reclames.
É sabido que o executivo repassa verbas, empresas são parceiras e também contribuem, e se os médicos são bem remunerados, não se vê o porquê de reclamarem contra o prefeito, que demonstra estar totalmente isento da responsabilidade sobre a Maternidade, pois já havia comunicado que daria condições para a abertura dela em meados de março, pela contratação de médicos. Assumiu um compromisso que era deles.
Segundo pronunciou a líder do movimento, a intenção foi de agradecer o prefeito pelo trabalho que realiza para a reabertura da maternidade a partir de 15 de março. Sinceramente não entendi nada. Então pra que a passeata? Politicalha? Complô político dirigido por quem? Foi bem preparada, pois uma faixa daquelas, não se consegue de uma hora para outra.
E bem faz o prefeito Elói Quege, em intervir na Fundação para tomar real conhecimento da situação. Tem que ser analisado se há, ou não, incompetência no gerenciamento da fundação. Está parecendo que sim. Além do mais, como fundação deve procurar parcerias e não se afastar delas, não se atritar com quem ajuda.
Parece que este tiro foi dado no próprio pé.
Se não for possível verificar o que está ocorrendo na entidade por meio pacífico, deve ser solicitada providência ao Ministério Público, ou a quem de direito.
A idéia que sugeri no Jornal da 98, em face dos imbróglios ocorridos no processo de licitação, ainda não mereceu o devido carinho do executivo municipal. Como o processo é demorado e pode até ser anulado, porque não gastar um pouco e efetuar o tapa-buraco na Duque de Caxias e em algumas outras vias que estão entrando no mesmo processo de destruição? Basta dar olhada na Rua Felipe Schmidt, próximo ao Estádio Municipal.
Anulando a licitação atual e criando outra vai demandar tempo e não é justo os veículos quebrando em função da buraqueira.
Houve até quem sugeriu que o prejudicado processasse a empresa que entrou com o embargo, quando na realidade quem deve ser acionado é o executivo. Este é o responsável pelos estragos nos veículos, uma vez que a via é pública. E como tal....
Autor: Wilson Wiese